Os bancos digitais já estão presentes no dia a dia de milhares de brasileiros. Pesquisa realizada pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) em parceria com o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) identificou que 45% dos entrevistados utilizaram ou vêm utilizando os serviços de algum banco digital nos últimos 12 meses

Quais foram os serviços mais utilizados? A pesquisa mostrou que o serviço mais usado pelos clientes de bancos digitais é o pagamento de contas (16%). Em seguida aparecem a verificação de saldo ou extrato (14%), saque de dinheiro (11%), realização de pagamento com cartão de débito (11%) e transferência de dinheiro (11%).

Os clientes de bancos digitais possuem contas em outros bancos? Sim. A pesquisa mostra que 84% dos clientes de bancos digitais também possuem conta em bancos tradicionais.

Quais os motivos citados pelos clientes que mantêm contas em bancos tradicionais? Os motivos citados foram: facilidade na obtenção de crédito pelo tempo de conta (38%) e a possibilidade de um atendimento presencial (33%).

Eles estão satisfeitos com os bancos digitais? Parece que sim. De acordo com a pesquisa, 55% dos que utilizam os dois tipos de bancos dizem preferir os digitais aos tradicionais. Já 25% afirmam não ter preferência e apenas 20% preferem os bancos tradicionais.

O que mais chama atenção na pesquisa? O levantamento mostra que o interesse em ter uma conta em uma fintech ou conta digital vai além de ter um cartão de crédito ou débito. A pesquisa indica que 32% contrataram ao menos um tipo de serviços de investimento de fintechs nos últimos 12 meses. Entre as modalidades utilizadas, 30% contrataram serviços de corretoras de valores ou investimentos, outros 30% optaram pelas transações financeiras por meio de plataformas on-line de moeda digital e 18% contrataram robôs advisors.

E as fintechs também estão emprestando? Sim. Dos entrevistados, 19% fizeram ao menos um empréstimo pessoal em empresas exclusivamente digitais nos últimos 12 meses. Considerando os que informaram a quantia, 21% pegaram emprestado até R$ 3.000. Na maior parte das vezes, a motivação foi o pagamento de dívidas como outros empréstimos, cartão de crédito, prestações (35%), seguido pelo pagamento de contas fixas da casa, como aluguel, condomínio, luz, entre outros (23%) e a intenção de abrir o próprio negócio (19%).

Dentre os que recorreram a uma fintech para obter empréstimo, 83% realizaram algum tipo de pesquisa de preços em empresas digitais ou tradicionais. Para a tomada de decisão foram consideradas, principalmente, as taxas cobradas (44%), o valor da parcela (34%) e o valor disponível para o empréstimo (34%).

Fonte: 6 Minutos

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